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Em um cenário de turbulência econômica e elevação das taxas de juros, a indústria brasileira viveu no último trimestre a maior restrição de financiamento  dos últimos nove anos. O indicador  de facilidade de acesso ao crédito recuou pelo sétimo mês consecutivo e ficou em 29,9 pontos em outubro, segundo a Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). “A dificuldade de acesso ao crédito é maior que a observada no auge da crise financeira de 2008 e 2009”,ressaltou a Confederação.

No fim de 2008 e início de 2009, em meio aos reflexos graves da crise mundial, o indicador ficou próximo dos 32 pontos. Pela metodologia do estudo, o índice varia de zero a cem pontos, com números abaixo de 50 representando dificuldade na obtenção de financiamentos. Quanto mais baixo o índice, maior a dificuldade de conseguir crédito. O levantamento mostra ainda que a indústria brasileira teve em setembro mais um mês de recuo nas atividades. O índice  de evolução da produção ficou em 42 pontos no mês, ante 42,7 pontos em agosto. Nesse caso, valores abaixo de 50 indicam evolução negativa. De acordo com o estudo, a utilização da capacidade instalada ficou estável em 66% pelo terceiro mês consecutivo. A Confederação ressalta que a estabilidade na passagem de agosto para setembro já era observada em outros anos, mas, em 2015, o quadro se dá em nível mais reduzido, seis pontos porcentuais abaixo do registrado em 2014. A Confederação destaca, entretanto, que a indústria conseguiu ajustar parcialmente o excesso de estoques. No mês passado, o índice de evolução dos estoques ficou em 49,7 pontos, o que indica estabilidade. Já o índice de estoque efetivo em relação ao planejado recuou de 53 para 51,6 pontos.

Fonte: Estadão


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